Archive for the 'Coisa nenhuma com nada dentro' Category

Ana Márcia

§ Paragrafando §

  • Tenho certeza (CERTEZA!) de que tenho algo urgente pra fazer (porque sempre tem, é simples assim). Mas tô aqui aprendendo a usar o Igoogle, ferramenta que minha sócia me apresentou (pela segunda vez, na verdade. É que cada vez que formato o computer regrido anos. Qualquer dia vou voltar a usar o “wordpad”).
     
  • Tenho certeza também de que tinha alguma coisa pra falar quando decidi postar, mas esqueci completamente. Minha cabeça é um labirinto e eu sou uma ratazana com sério retardamento mental que não consegue sequer lembrar qual interruptor acende a luz da cozinha. E não é um eufemismo, metáfora, seja lá qual for a figura de linguagem que se encaixe… eu realmente não decorei as funcionalidades dos interruptores (e nem das figuras de linguagem). Em minha defesa digo que são SEIS num pial só (e se você não sabe o que é pial, SORRY). Então é sempre uma emoção ir à cozinha de madrugada.
     
  • Meu filho roubou meu travesseiro. Tão gostosinho ele… o travesseiro. Nicolas não é gostosinho, é DELÍCIA, mas experimenta tentar pegar de volta o “gostosinho”.
     
  • Semana passada foi o último episódio da temporada de Grey’s Anatomy e eu tive ÓDIO (muito ÓDIO) do roteirista que tá com a mãe na zona fazendo programa por 1 real (só pode). Basicamente um coroa armado fez as vezes de Jason eliminando os personagens descartáveis que não deram muito certo. O problema é que EU SOFRO. Tipo, MUITO. Inclusive lembrei que o final da outra temporada foi bem sanguinolento também. E inclusive eu prometi que não assistiria mais a série, ou pelo menos seus últimos capítulos.
     
  • Nicolas está na fase do “não” e de brigar comigo como eu brigo com ele. E a mãe do Nicolas está na fase do por que. Ela não entende por que não consegue ser mais organizada, por que não lembra dos compromissos, por que a conta bancária tá no vermelho, por que não decora a função dos interruptores, por que sua série preferida a faz chorar por HORAS e por que perdeu o travesseiro pra um moleque de dois anos.
     
  • Acho que não esqueci nada.
     
  • A não ser aquilo que com certeza é urgente.

Ana Márcia

Play/pause

Quando eu jogava RPG com meus amigos (ignoremos datas, por obséquio), sempre escolhia os personagens com poderes estilo “superman”. Aqueles bem impossíveis de matar.

 

Inda agorinha tava aqui pensando que super força no dia-a-dia, de nada adianta (a menos que você trabalhe na “granero” ou como estivador). Visão de raio-x deve até ser bom passatempo na fila do banco, mas dificilmente paga as contas. Um super-sopro pode ser útil quando se está com preguiça de levantar pra fechar a porta, mas a visão de calor ficou totalmente obsoleta, depois do microondas.

 

Na vida real queria ter os poderes do japa de Heroes: controlar o tempo. Isso sim, seria de grande valia.

 

 

Imagina que lindo pausar o último minuto do dia 30 de abril (prazo final pra entregar o imposto de renda)??? E que tal conseguir segurar seu filho antes que ele derrube toda a caixa de chocolate em pó que só desgruda mesmo do chão lavando??? Que sensacional seria “brotar” todos os dias no trabalho no horário exato, sempre IMPECÁVEL e sem precisar maquiar as olheiras, porque, é claro, você sempre teria tempo pra dormir muito bem???

 

E quando as pessoas te perguntassem “sabe do que eu tô falando, né?” você poder dizer “sim” e numa fração de segundo passar a saber.

 

Quantos filmes eu assistiria sem interrupção, quantos livros eu leria no ritmo que eles merecem, quantos textos escreveria como quem faz um bordado… Resolveria todas as pendências também… mas só quando elas se tornassem problema (pra que prevenir quando sempre dá tempo de remediar?)

 

Acho que até dinheiro eu ganharia, sabe? (e sem trapacear na mega-sena).

 

Estranhamente, se eu tivesse esse poder, acho mesmo que não mudaria nada nos rumos da minha vida. Não sou saudosista e acredito MESMO que até hoje, tudo aconteceu como deveria.

 

Meu problema realmente é questão de tempo. E olheiras…

Ana Márcia

Hein?

Alôw! Tem alguém aí? (aí… aí… aí…)

Uma pessoa conhecida outro dia disse que “falta de tempo não justifica negligência”, então não vou nem entrar numa de dizer que sumi por falta de tempo (embora o tempo falte mesmo, fato. Bem… não agora que estou de férias…).

Então já que nesta manhã o calor deu uma trégua, cá estou eu neste notebook quente tentando tirar leite de pedra (todo mundo concorda que até agora eu não achei as tetas???).

Mas pelo menos eu tô tentando, pô!

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